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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Fiscalização não pode ser silenciada: Ativista João Batista de Oliveira defende atuação de Sérgio Ricardo e critica tentativa de enfraquecimento da transparência no TCE-MT


  • João Batista de Oliveira reage a críticas e 
  • defende visibilidade das ações do TCE-MT sob liderança de Sérgio Ricardo
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    A manifestação do deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ao criticar publicamente a atuação do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, provocou reação no meio técnico e entre defensores da transparência na administração pública.

    O parlamentar questionou a divulgação das fiscalizações realizadas pelo Tribunal, alegando que a exposição de problemas antes da conclusão dos processos poderia gerar interpretações políticas e comprometer a neutralidade institucional do órgão de controle.

    A fala, no entanto, foi interpretada por setores da sociedade como uma tentativa de restringir a visibilidade das ações fiscalizatórias do Tribunal de Contas, especialmente em um momento em que há crescente cobrança por transparência e acesso à informação sobre obras públicas e aplicação de recursos.

    Em resposta, o presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, reafirmou sua atuação firme e direta nas fiscalizações realizadas em campo. Durante reunião com vereadores da região do Vale do Arinos, o conselheiro destacou a importância de mostrar a realidade encontrada nas rodovias e obras públicas do Estado.

    “Quero perguntar para o deputado se ele acha que eu tenho que ficar quieto diante disso?”

    E completou:

    “Ele acha que eu tenho que ficar no ar-condicionado e não mostrar a destruição das nossas estradas e ficar quieto.”

    As declarações reforçam a postura de um Tribunal de Contas mais ativo, presente nos municípios e comprometido com a transparência das informações de interesse público.

    Para o professor João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, ativista e defensor dos direitos de crianças e adolescentes, a atuação de Sérgio Ricardo representa um avanço na forma como o controle externo se relaciona com a sociedade.

    “O conselheiro Sérgio Ricardo está cumprindo um papel essencial ao dar visibilidade a problemas que impactam diretamente a vida da população. A fiscalização não pode ser tratada como algo escondido ou restrito a relatórios técnicos; ela precisa ser pública e acessível”, afirmou.

    João Batista também fez críticas à postura adotada pelo parlamentar, ao avaliar que o discurso pode fragilizar a transparência institucional.

    “Quando se tenta desqualificar ou limitar a divulgação das fiscalizações, o que se está enfraquecendo, na prática, é o direito da sociedade de saber como os recursos públicos estão sendo utilizados. Isso não contribui para o fortalecimento das instituições”, disse.

    Segundo ele, o controle externo deve ter autonomia para atuar sem pressões políticas que busquem reduzir sua visibilidade ou alcance social.

    “O Tribunal de Contas não pode ser reduzido a um órgão silencioso. Ele existe para fiscalizar, orientar e também informar a sociedade. A atuação firme do conselheiro Sérgio Ricardo fortalece essa missão”, completou.

    O episódio evidencia uma divergência de visões sobre o papel da transparência na administração pública: enquanto o deputado defende maior cautela na divulgação das fiscalizações, o Tribunal de Contas sustenta uma postura de exposição ativa dos problemas encontrados, com foco na cobrança por soluções e na proteção do interesse público.

    Nesse cenário, a atuação de Sérgio Ricardo à frente do TCE-MT ganha destaque por consolidar um modelo de fiscalização mais visível, direto e alinhado às demandas de transparência da sociedade.


    João Batista de Oliveira

    Diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos

    65 999960015

    quinta-feira, 25 de junho de 2026

    ATRICON homenageia Antonio Joaquim e reconhecimento nacional reforça sua histórica luta pela educação inclusiva, transparência e defesa dos direitos da população


       Levantamento inédito do TCE-MT revela aumento de 185% no abandono escolar entre alunos da educação especial e fortalece atuação do conselheiro em defesa da inclusão

    Diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, ativista social e referência na defesa dos direitos humanos das crianças e adolescentes em Mato Grosso.


    A recente homenagem prestada pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) ao conselheiro Antonio Joaquim não poderia ocorrer em momento mais oportuno. O reconhecimento nacional chega justamente quando o conselheiro volta a protagonizar uma das mais importantes ações em defesa da educação inclusiva já realizadas em Mato Grosso, reafirmando sua trajetória marcada pela defesa da educação pública, da transparência, dos direitos humanos e da proteção das populações mais vulneráveis.

    Mato Grosso dá exemplo ao Brasil: Antonio Joaquim e Guilherme Maluf lideram revolução no controle social da saúde


        Antonio Joaquim e Guilherme Maluf colocam Mato Grosso como referência nacional em controle social e governança da saúde pública



    O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) voltou a demonstrar sua capacidade de liderar transformações que impactam diretamente a vida da população. A realização da capacitação "Fortalecimento do Controle na Saúde: Governança e Monitoramento dos Planos" reafirma o protagonismo da instituição e evidencia a atuação destacada dos conselheiros Antonio Joaquim e Guilherme Antonio Maluf, dois dos maiores defensores do fortalecimento das políticas públicas e da participação cidadã no estado.

    segunda-feira, 22 de junho de 2026

    Cuiabá se torna centro nacional do debate sobre educação inclusiva em evento liderado por Antonio Joaquim



    Mato Grosso se consolida como referência nacional em educação inclusiva em seminário liderado por Antonio Joaquim

    Cuiabá (MT) se tornou palco de um dos mais relevantes debates nacionais sobre educação especial e inclusão, com a realização do Seminário Nacional “Educação Especial Inclusiva”, que reuniu autoridades, especialistas, instituições públicas e representantes de organismos internacionais.


    O evento, conduzido sob a liderança do conselheiro decano do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Antonio Joaquim, consolidou o estado como referência nacional na formulação e no debate de políticas públicas voltadas à educação inclusiva.

    Um encontro de articulação nacional e técnica

    Ao longo da programação, o seminário promoveu painéis técnicos, mesas de diálogo interinstitucional e apresentações de diagnósticos sobre a realidade da educação especial no Brasil, com foco na ampliação do acesso, na qualificação das redes de ensino e na garantia de direitos de estudantes com deficiência.

    A presença de representantes de instituições como o Ministério da Educação (MEC), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), além de entidades especializadas e organizações da sociedade civil, reforçou o caráter nacional do encontro e a relevância do tema na agenda pública contemporânea.



    Diagnóstico e dados como eixo central do debate

    Um dos pontos de maior destaque foi a apresentação de levantamentos técnicos inéditos sobre a oferta da educação especial inclusiva na rede pública, utilizados como base para discussão de políticas estruturantes.

    A proposta do evento é transformar esse conjunto de informações em subsídios concretos para a formulação de diretrizes nacionais, fortalecendo a chamada “Carta de Cuiabá”, documento que deverá reunir encaminhamentos e recomendações construídas coletivamente durante o seminário.



    Liderança institucional e protagonismo do controle externo

    A condução do evento pelo conselheiro Antonio Joaquim foi destacada pelo seu papel de articulação entre controle externo, gestão pública e sociedade civil, ampliando a atuação dos tribunais de contas para além da fiscalização tradicional.

    A iniciativa reforça uma abordagem voltada à indução de políticas públicas, com foco na proteção de direitos fundamentais, especialmente de crianças e adolescentes com deficiência.



    Reconhecimento de lideranças da área de direitos humanos

    O professor João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, ressaltou a importância da iniciativa e o impacto do seminário no cenário nacional.

    Segundo ele, a liderança de Antonio Joaquim representa uma mudança de paradigma na atuação institucional, ao transformar dados técnicos em instrumentos de garantia de direitos e inclusão social.

    FONTE: PORTAL VIDAS E DIREITOS HUMANOS

    quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

    TCE MT - Conselheiro Antonio Joaquim consolida legado de participação social durante o IV CITC


       

    Atuação de Antonio Joaquim em participação social e transparência ganha destaque no IV CITC e recebe elogio de liderança dos direitos humanos

    DA REDAÇÃO

    A presença do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) no IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (IV CITC), realizado em Florianópolis, foi marcada por uma forte agenda voltada à participação social, inovação do controle externo e fortalecimento da transparência pública — áreas nas quais o conselheiro Antonio Joaquim assumiu papel de protagonista reconhecido nacionalmente.

    Ao longo do evento, o conselheiro integrou painéis estratégicos, coordenou agendas institucionais e reforçou a defesa histórica que construiu dentro do TCE-MT: aproximar o controle externo da sociedade, ampliando o acesso à informação e fortalecendo o diálogo com os cidadãos como ferramenta de combate à desigualdade e aprimoramento das políticas públicas.


    Participação e Controle Social: marca registrada de Antonio Joaquim

    Durante a oficina “Participação e Controle Social”, Antonio Joaquim conduziu discussões sobre o uso de dados abertos, indicadores e ferramentas de escuta ativa como pilares para elevar o impacto do controle social nos municípios.

    Acompanhado da secretária-executiva da Comissão Permanente de Educação e Cultura, Cassyra Vuolo, o conselheiro reforçou que a participação popular é um mecanismo indispensável para a efetividade das políticas públicas.

    “O controle externo moderno precisa ser construído com as pessoas. Sem transparência e sem escuta social, nenhuma política pública se sustenta”, destacou.

    Sua fala encontrou forte repercussão entre representantes da sociedade civil presentes no congresso.


    Elogio do ativista João Batista de Oliveira (Joãozinho)

    Referência nacional na defesa dos direitos humanos e diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, o ativista João Batista de Oliveira (Joãozinho) elogiou publicamente a atuação do conselheiro.

    Segundo ele, Antonio Joaquim tem desempenhado um papel crucial para aproximar o TCE-MT das pautas sociais:

    “O conselheiro Antonio Joaquim tem um legado que se confunde com a história da participação social em Mato Grosso. Ele sempre abriu as portas do Tribunal para a sociedade, principalmente para as pautas de direitos humanos, educação e inclusão. É uma liderança que inspira confiança e compromisso público.”

    O reconhecimento reforçou o impacto social das ações conduzidas pelo conselheiro, que tem sido uma das principais vozes do país no fortalecimento da cidadania ativa como instrumento de transformação.


    Transparência Pública: conquista nacional sob coordenação de Antonio Joaquim

    Em um dos momentos mais simbólicos do IV CITC, o TCE-MT recebeu o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), alcançando índice de 95,2%.

    O reconhecimento foi entregue a Antonio Joaquim, que atua como coordenador-geral do PNTP e ouvidor-geral do Tribunal. Ele classificou o programa como o “maior movimento de transparência do mundo”, celebrando sua expansão nacional:

    “Quando iniciamos o programa, apenas 20% dos órgãos eram certificados. Hoje já ultrapassamos 66% e seguimos avançando. Transparência é compromisso com a democracia e com a confiança das pessoas na gestão pública.”

    No evento, o auditor Volmar Junior apresentou a nova versão do Radar Nacional da Transparência Pública, ferramenta desenvolvida pela equipe técnica do TCE-MT e referência para todo o país.


    Segurança Pública e Saúde também estiveram na agenda

    O conselheiro Waldir Teis apresentou no congresso a cartilha resultante de auditoria operacional sobre políticas de enfrentamento à violência contra a mulher, destacando a atuação da 2ª Secex e da Comissão Permanente de Segurança Pública.

    Na área da saúde, a secretária-executiva Flávia Bortot representou o TCE-MT em debates sobre contratualização e avaliação de serviços.


    Legado reforçado

    Com participação ativa em oficinas, agendas técnicas e encontros nacionais, o conselheiro Antonio Joaquim consolidou no IV CITC uma marca que acompanha toda sua trajetória: a defesa de um controle externo mais humano, transparente, dialogado e próximo da população.

    O elogio público de João Batista de Oliveira e o reconhecimento nacional do PNTP reforçam o papel do TCE-MT como referência em participação social e inovação institucional.

    quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

    TCE-MT desponta no IV CITC e consolida imagem de referência nacional sob influência de Antônio Joaquim


     TCE-MT reafirma protagonismo nacional no IV CITC; atuação histórica de Antônio Joaquim recebe destaque e elogio de liderança dos direitos humanos

    Florianópolis (SC) — O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) voltou a ocupar posição de destaque nacional durante o IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (IV CITC), realizado em Florianópolis. Entre autoridades, especialistas e representantes de organismos internacionais, a atuação do conselheiro Antônio Joaquim — reconhecido como uma das principais vozes do país na defesa do controle social e do fortalecimento da cidadania — foi amplamente elogiada.

    Mesmo à distância do evento, o renomado ativista dos direitos humanos João Batista de Oliveira, o Joãozinho, diretor do portal Vidas e Direitos Humanos, fez questão de enaltecer a participação de Antônio Joaquim no Congresso. Referência nacional na defesa dos direitos de crianças, adolescentes e grupos vulneráveis, Joãozinho destacou que a trajetória do conselheiro é indissociável dos avanços institucionais alcançados pelo TCE-MT nas últimas décadas.


    Antônio Joaquim: um legado que inspira o Brasil

    Durante o evento, diversas autoridades ressaltaram que a experiência de Mato Grosso ocupa hoje um espaço estratégico nos debates sobre governança, democracia e controle social. Nesse contexto, o nome de Antônio Joaquim emergiu como símbolo de um modelo de Tribunal orientado pela prevenção, pela transparência e pela participação cidadã.

    O conselheiro, cuja história se confunde com o processo de modernização institucional do TCE-MT, foi associado a iniciativas pioneiras que fortaleceram a relação entre o Tribunal e a sociedade civil. Sua atuação firme em defesa das ouvidorias públicas, das ferramentas de escuta social e da educação para a cidadania foi lembrada como exemplo a ser seguido em outros estados.

    “É inegável que o conselheiro Antônio Joaquim representa um capítulo importante na evolução do controle externo brasileiro. Ele sempre compreendeu que fiscalizar o gasto público é também proteger vidas, garantir dignidade e combater desigualdades”, destacou Joãozinho em manifestação pública enviada à imprensa.


    Joãozinho: elogio de quem conhece a realidade social de perto

    Ao comentar a participação do conselheiro no IV CITC, Joãozinho afirmou que a presença de líderes comprometidos com a pauta social fortalece o debate nacional. Para ele, o compromisso de Antônio Joaquim com o controle externo humanizado coloca Mato Grosso em posição de destaque.

    “Antônio Joaquim sempre foi uma voz que compreende a importância dos direitos humanos no desenho das políticas públicas. Sua visão de Tribunal próximo da sociedade, sensível às vulnerabilidades e atento às necessidades da população é algo que o Brasil precisa reconhecer e multiplicar”, afirmou.

    Mesmo sem ter participado presencialmente do evento, Joãozinho reforçou que o trabalho de figuras como o conselheiro amplia o alcance das discussões e fortalece a ponte entre instituições e cidadãos — algo cada vez mais indispensável diante dos desafios sociais do país.


    TCE-MT é citado como referência durante o congresso

    No decorrer dos painéis, oficinas e debates do IV CITC, diversas experiências do TCE-MT foram lembradas como modelos de inovação, eficiência e compromisso social. Representantes de Tribunais de Contas de vários estados destacaram o avanço institucional de Mato Grosso, especialmente na formação de redes de governança, na atuação preventiva e nas ações de orientação pedagógica aos gestores públicos.

    O Tribunal também foi mencionado por sua capacidade de integrar tecnologia, transparência e participação social — combinação que, segundo especialistas, representa o futuro do controle externo no Brasil.


    Um protagonismo construído com história e responsabilidade

    A repercussão positiva obtida durante o IV CITC reforça que o TCE-MT consolidou uma trajetória de evolução institucional sustentada por lideranças comprometidas com a cidadania. Nesse contexto, o legado de Antônio Joaquim permanece como um dos pilares fundamentais na transformação do Tribunal em uma instituição moderna, democrática e voltada para o interesse público.

    Ao reconhecer essa contribuição, o ativista Joãozinho destacou que o fortalecimento do controle social no Brasil passa, necessariamente, por gestores públicos e autoridades que entendam o papel da fiscalização como instrumento de proteção humana.

    A combinação entre a força institucional do TCE-MT e a influência de lideranças comprometidas com os direitos fundamentais aponta para um caminho onde transparência, democracia e cidadania caminham lado a lado — exatamente o espírito defendido durante o IV CITC.

    Controle social e transparência marcam debates no IV CITC com participação de Antonio Joaquim


     

      


    Oficina de Participação e Controle Social marca debates no IV CITC; Atricon reforça agenda nacional e conselheiro decano Antonio Joaquim participa

    Oficina de Participação e Controle Social, realizada no âmbito do IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (IV CITC), destacou-se entre as atividades promovidas pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). O encontro reuniu especialistas, representantes de entidades civis, membros de Tribunais de Contas e agentes públicos interessados em fortalecer a relação entre sociedade e órgãos de controle.

    Voltada a capacitar cidadãos e ampliar instrumentos de fiscalização popular, a oficina abordou temas como transparência ativauso de dados abertos, indicadores de participação social, ferramentas de denúncia, diálogo institucional com organizações da sociedade civil e estratégias de mobilização comunitária. A discussão reforçou o entendimento de que o controle social é pilar indispensável para o aprimoramento das políticas públicas e para o acompanhamento das entregas governamentais.

    Entre os participantes, teve presença destacada o decano do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE‑MT) e atual ouvidor-geral da instituição, conselheiro Antonio Joaquim. Reconhecido nacionalmente por sua trajetória no fortalecimento da participação social e do controle externo, Joaquim construiu um legado de décadas voltado à ampliação da transparência públicamodernização das ouvidorias e incentivo à fiscalização cidadã. Sua atuação inclui a implementação de práticas de ouvidoria efetiva, apoio a conselhos e comitês de controle social, e estímulo ao uso de dados abertos como ferramenta de monitoramento público. Durante o encontro, reforçou a importância de aproximar o cidadão dos Tribunais de Contas, defendendo uma cultura de fiscalização colaborativa, responsável e contínua.




    Atricon, responsável pela condução e organização técnica da oficina, destacou que o estímulo ao controle social integra uma agenda estratégica da entidade, voltada à modernização dos Tribunais de Contas, à padronização de boas práticas e à ampliação das ferramentas que conectam o cidadão aos mecanismos de fiscalização pública.

    O espaço dedicado ao tema no IV CITC evidenciou a crescente percepção de que participação social, dados abertos e escuta ativa não são elementos acessórios, mas componentes centrais para garantir eficiência, transparência e legitimidade à administração pública brasileira.